O prognóstico varia de pessoa para pessoa dependendo da severidade dos sintomas , das mutações genéticas em causa que podem levar a diferentes manifestações.
Pode levar-se uma vida normal desde que se aceite que a alimentação é, para ja, a maior aliada da doença de forma a impedir o aparecimento de problemas devido a valores elevados de produtos tóxicos produzidos pela não metabolização da galactose, como o galactitol, por exemplo, na Galactosemia tipo 2 ou deficiência de galactoquinase.